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Preços trimestrais de energia elétrica sobem 2% em uma semana, relata Dcide


Fonte: Canva
Fonte: Canva

Os preços de curto prazo de energia elétrica subiram pouco mais de 2% em uma semana, depois de variações de dois dígitos para baixo e para cima nos últimos levantamentos da consultoria Dcide.

De acordo com o relatório desta quarta-feira, 11, o índice trimestral para a fonte convencional, que agrega preços da eletricidade a ser entregue entre março e maio, foi medido em R$ 387,69 por megawatt-hora (MWh), alta de 2,04% ante os R$ 379,95 por MWh anotados na semana passada.

No acumulado de um mês, o indicador registra aumento de 14,44%, enquanto a valorização anual chega a 236,22%.

Já o indicador trimestral da energia incentivada – proveniente de usinas eólicas, solares, biomassa ou Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) com desconto de 50% na tarifa pelo uso do fio – subiu 2,46% em uma semana, para R$ 415,41 por MWh, ante os R$ 405,44 por MWh calculados semana anterior. Em um mês, houve aumento de 12,78%, e, em um ano, de 183,67%.

Longo prazo

O preço de referência para a energia convencional de longo prazo – que considera a energia a ser fornecida de 2027 e 2030 – foi medido em R$ 242,97 por MWh, variação positiva de apenas 1,61% frente aos R$ 239,13 por MWh da semana passada. Em um mês, a valorização chega a 10,50% e, em um ano, a 52,15%.

Já o indicador de longo prazo para a energia incentivada subiu 1,78% em uma semana, alcançando os R$ 271,11 por MWh. A variação mensal é de 9,35% e a anual de 41,80%, sendo ambas positivas.

Se considerados apenas os componentes comuns aos índices de longo prazo desta semana e de seus pares no ano anterior, o aumento anual é, mais uma vez, maior em ambos: de 67,45% para a fonte convencional, e de 53,92% para a incentivada.

Os indicadores de curva forward da Dcide são calculados com base em coleta de informações feita às segundas-feiras junto a agentes de mercado, seguindo o conceito de marcação a mercado, ou seja, no preço que geradoras, comercializadoras e consumidores entendem que o MWh vale hoje para os próximos meses e anos.

Os valores se referem ao subsistema Sudeste/Centro-Oeste, principal centro de carga do Sistema Interligado Nacional (SIN).


 
 
 
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