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Análise de Mercado

Na semana anterior, as vendas de etanol estiveram ainda fortes, seguindo o ritmo de produto ofertado, igualmente expressivo. Com condições meteorológicas favoráveis, a moagem segue tranquila e sem paradas, aumentando a quantidade de etanol ofertado para o mercado spot. Por consequência, vimos uma pressão exercida nos preços do etanol hidratado e anidro para baixo pelos Compradores, para que possam fazer novos fechamentos, antecipando as possíveis quedas futuras. Alguns produtores com necessidade mais expressiva de venda aceitaram negociar a preços mais reduzidos.  O índice diário para o etanol hidratado posto em Paulínia, por exemplo, vem demonstrando este movimento, com quedas sucessivas desde o dia 6 de maio, saindo de R$ 2,85/litro para valores próximos a R$ 2,70/litro no preço equivalente ao FOB em usinas da região de Ribeirão Preto.

 

Na contramão, os preços dos combustíveis têm subido nos postos de abastecimento, conforme levantamento realizado na primeira quinzena por entidades do setor. Em maio, a gasolina foi encontrada por R$ 6,02 em média, um aumento de 1,01% em relação a abril. O etanol foi vendido a R$ 4, com um aumento de 1,78%.

 

No Nordeste, o etanol teve o maior aumento, de 2,89%, com preço médio de R$ 4,63. A gasolina na região também teve o maior aumento, de 1,81%, chegando a R$ 6,19. No entanto, o maior preço médio da gasolina foi registrado no Norte, a R$ 6,39.  A gasolina mais barata foi vendida no Sudeste, a R$ 5,87, enquanto o Centro-Oeste teve o etanol mais barato, a R$ 3,90.

 

O número de estados onde a gasolina foi mais vantajosa para abastecimento aumentou de oito em abril para dez em maio, incluindo vários estados nordestinos e outros como Rio Grande do Sul, Pará, Rondônia e Roraima.

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