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Setor de lubrificantes industriais foi o que menos sofreu na pandemia


O relatório da consultoria Factor-Kline sobre o mercado de lubrificantes registrou queda de 3,5% na demanda dos produtos destinados à indústria em 2020, na comparação com 2019, e produção aproximada de 427 Ktons.


Apesar de negativo, o desempenho foi muito melhor do que os setores de HDMO (óleos para motores a diesel) e PCMO (para veículos de passageiros).


O diretor da Factor-Kline, Sérgio Rebêlo, explica que o mercado é bem dividido entre os principais players: ICONIC, BR Distribuidora, Moove/Mobil, Petronas, Shell e ainda a participação um pouco menor da Quaker Houghton e mais uma parcela considerável do market share com outras empresas.


A demanda é praticamente dominada pelos lubrificantes GIO (General Industrial Oil) e óleos de processo; a utilização de fluídos para metalurgia (WMF – Metalworking Fluids), IEO (Industrial Engine Oil) e graxas é consideravelmente menor.


O grupo de lubrificantes GIO inclui fluídos hidráulicos, óleos para compressor, fluídos de refrigeração, óleos de turbina e engrenagem.


Para o período até 2030, de acordo com o levantamento da consultoria, a procura por todos os tipos de lubrificantes industriais deve registrar crescimento, exceto os WMF, que ficará praticamente estável (veja o gráfico).


www.sindilub.org.br



Fonte: Sindilub

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