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Segundo ministro, transição energética é fundamental para a concepção de estratégias nacionais


De acordo com Bento Albuquerque, ministro de Minas e Energia, a transição energética é ponto fundamental para a concepção de desenvolvimento nacional. O discurso foi realizado no dia 13 de abril durante painel da 7ª edição da Brazil Conference at Harvard & MIT. Conforme o ministro, o governo tem procurado aproveitar a pluralidade de fontes energéticas e soluções tecnológicas presentes no Brasil.


“A transição energética já é, e será cada vez mais, um dos aspectos centrais na formulação das estratégias nacionais de desenvolvimento. E irá afetar padrões de comércio e investimentos, modelos de produção e o próprio mundo do trabalho”, relatou o ministro.


“O sucesso da transição energética global dependerá da utilização de todas as tecnologias e fontes viáveis, a fim de fazer frente à necessidade de reduzir, de forma abrangente, as emissões de CO2”, destacou Albuquerque.


Ele apontou para o amplo uso das fontes renováveis no Brasil, que representam 47% do fornecimento total de energia primária do país, ao passo que a média mundial é de apenas 19%. “Na nossa matriz elétrica, as energias renováveis representam 83%, um nível quase sem equivalente no mundo”.


O ministro também discorreu, durante o painel, sobre a modernização do segmento elétrico no Brasil. “É um passo essencial para o desenvolvimento de novos modelos de negócios, para a atração de investimentos e a adequação dos marcos regulatórios às inovações tecnológicas em curso no setor”.


“Construímos um diálogo sem precedentes nos últimos dois anos. Agora, na Câmara dos Deputados, ela recebe a mesma prioridade e o sentimento é o mesmo sobre sua necessidade para a expansão do setor elétrico, imprescindível ao crescimento e ao desenvolvimento do País”, declarou.


Albuquerque falou sobre as possibilidades de que seja firmada uma economia de hidrogênio no Brasil, ressaltando a experiência do país de vinte anos no segmento de desenvolvimento e pesquisa de hidrogênio. Ele destacou que a resolução sugerida pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) deverá ser aprovada para instauração de um programa nacional de hidrogênio.


Além disso, o ministro sublinhou o fato de que o Brasil deseja comandar o ciclo tecnológico completo do hidrogênio, gerar empregos e fortalecer capacidades ligadas à indústria, com objetivo de responder tanto ao mercado interno quanto ao externo.



Fonte: Portal Solar

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