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[Ranking] As maiores exportadoras de açúcar no primeiro semestre de 2020

Volume comercializado no período cresceu 41,44% na comparação anual, chegando a 9,89 milhões de toneladas; Raízen segue na dianteira.

O aumento da produção de açúcar em detrimento do etanol na safra 2020/21 já se reflete nos volumes exportados da commodity pelas usinas brasileiras. Comparando os primeiros seis meses de 2019 com o mesmo período deste ano, as sucroenergéticas exportaram 41,44% a mais; o volume enviado via porão de navio passou de 6,99 milhões para 9,89 milhões de toneladas, conforme números da agência marítima Williams Brasil.


No mesmo período e comparativo, a produção de açúcar teve um aumento percentual muito próximo: 41,04%. Em todo o país, foram fabricadas 14,52 milhões de toneladas no primeiro semestre de 2020, contra as 10,29 milhões produzidas no mesmo período de 2019, quando o volume foi o menor para o período desde 2012. Os dados são do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).


O montante exportado, por sua vez, é o maior dos últimos três anos, já que não supera as 10,35 milhões de toneladas despachadas nos primeiros seis meses de 2017.

Os volumes expostos pela Williams, porém, são menores que os do Ministério da Economia devido a diferenças na metodologia de coleta dos dados: a agência marítima contabiliza apenas as exportações por porão de navio e considera os valores declarados nos portos.


No ranking semestral de exportação, compilado pelo novaCana, a Raízen Energia segue na dianteira. Considerando este período, a companhia tem ocupado a posição desde 2017.


Porém, enquanto a empresa teve um aumento de mais de 7% nas exportações no primeiro semestre de 2019, a análise mais recente registrou estabilidade, com uma ligeira queda de 0,02%. No total, o grupo realizou envios de 1,38 milhão de toneladas de açúcar na primeira metade de 2020.


Fonte: NovaCana.com



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