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Raízen protocola prospecto de IPO e prevê destinar recursos a novas unidades


A Raízen, joint venture entre a Cosan (CSAN3) e a Shell na área de distribuição de combustíveis e produção de açúcar e etanol, protocolou o prospecto de sua oferta inicial de ações, segundo registro disponibilizado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta segunda-feira. A operação, que envolve a venda de ações preferenciais da companhia, será coordenada por um consórcio de 12 bancos, liderado por BTG Pactual (BPAC11), Citi, Bank of America e Credit Suisse. Também participam Bradesco BBI, JPMorgan, Santander (SANB11), XP (XP), HSBC, Morgan Stanley (MS), Safra e Scotiabank. A Raízen afirma no documento que pretende usar recursos da oferta para construir novas plantas para expandir a produção de e vendas de biocombustíveis, além de investir em eficiência e produtividade e na infraestrutura de armazenagem e logística para suportar o crescimento de volume de renováveis e açúcar. A companhia, que se apresenta como líder mundial em biocombustíveis, diz ter tido receita líquida de 114,6 bilhões de reais no exercício social terminado em 31 de março último, o que a colocava entre as cinco maiores empresas do Brasil em receita. Os sócios não venderão participação na oferta, que envolverá a venda apenas de ações preferenciais. Atualmente, a Raízen conta com 26 unidades de produção de açúcar, etanol e bioenergia. Uma meta divulgada anteriormente indicou que a moagem de cana da companhia poderia aumentar para até 64 milhões de toneladas em 2021/22.


Fonte: Reuters

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