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Preços do açúcar recuperam parte das perdas com expectativa de aumento de consumo na Indonésia


O mercado futuro do açúcar fechou em alta nesta quarta-feira (9), recuperando parte das perdas dos últimos dias. Segundo analistas de mercado, o avanço de 4% na ICE, de Nova York, que comercializa o açúcar bruto, foi sustentado, dentre outros fatores, por rumores de que a Indonésia, uma das maiores consumidoras da commodity no mundo, se prepara para anunciar nos próximos dias seu programa de licenças para importações. O lote para março/21 da ICE de NY fechou cotado nesta quarta-feira em 14,97 centavos de dólar por libra-peso, alta de 58 pontos no comparativo com os preços praticados na véspera. Já o lote para maio/21 foi negociado em 14,25 cts/lb, alta de 46 pontos. Os demais contratos subiram entre 11 e 36 pontos. Segundo relatou a Agência Reuters, "operadores afirmaram que a recuperação recente do real no Brasil tem limitado as vendas no mercado futuro de Nova York pelas usinas do país, o que facilita os movimentos de alta na bolsa". "Mas o mercado vê o açúcar em um intervalo limitado de 14 centavos a 15 centavos de dólar por libra-peso, embora um viés de baixa permaneça, já que as chuvas no centro-sul do Brasil seguem melhorando as perspectivas de oferta no maior produtor de açúcar do mundo", destacaram os analistas ouvidos pela Reuters. Londres Em Londres o açúcar branco também fechou em alta em todos os lotes. O vencimento março/21 foi vendido a US$ 409,20 a tonelada, valorização de 12,50 dólares no comparativo com a véspera. Já a tela para maio/21 foi comercializada a US$ 402,30 a tonelada, alta de 10,10 dólares. Os demais contratos subiram entre 5,50 e 9,40 dólares. Mercado doméstico No mercado interno o açúcar cristal voltou a subir nesta quarta-feira pelo Indicador Cepea/Esalq, da USP. A saca de 50 quilos foi negociada ontem em R$ 111,02, contra R$ 110,84 a saca da véspera, alta de 0,16% no comparativo entre os dias. Etanol diário O etanol hidratado teve seu segundo dia consecutivo de queda pelo Indicar Diário Paulínia. Ontem, o metro cúbico do biocombustível foi negociado em R$ 2.112,00, contra R$ 2.116,00 o m³ da véspera, desvalorização de 0,19% no comparativo.


Rogério Mian Fonte: Agência UDOP de Notícias

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