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Preços do açúcar fecham mistos nas bolsas internacionais;lotes c/maior liquidez fecharam no vermelho


A semana começou indefinida para o açúcar em Nova York e Londres. Nem mesmo a informação de que a China deve importar neste ano um recorde de 5 milhões de toneladas, bem como a perspectiva de importações em alta no Paquistão, conseguiram sustentar a alta dos preços do final da última semana.


Ontem, os contratos do açúcar bruto na Ice Future fecharam, no vencimento outubro/20, em 12.55 centavos de dólar por libra-peso, recuo de 12 pontos no comparativo com os preços praticados na sexta-feira. Já o lote para março/21 foi firmado em 13.16 cts/lb, queda de 9 pontos. Houve retração ainda nos lotes para maio, julho e outubro de 2021. Os únicos lotes em alta foram nos vencimentos maio e julho de 2022, que subiram, respectivamente, 4 e 8 pontos cada.


Em Londres o açúcar branco também fechou misto. O vencimento outubro/20 foi comercializado a US$ 370,60 a tonelada, recuo de 1,70 dólar no comparativo com a sexta-feira. Já o lote para dezembro/20 recuou 20 cents de dólar, comercializado a US$ 372,00 a tonelada. Os demais vencimentos caíram entre 50 cents e 1,60 dólar.


Segundo a Agência Reuters, "o açúcar teve algumas situações altistas recentemente -- a China importando um pouco mais para estocagem, o Paquistão fazendo licitações para importar e problemas com uma doença de beterrabas na Europa. Ao mesmo tempo, os fundos têm comprado de forma consistente, empurrando o preço para cima", disse em nota o analista Robin Shaw, da corretora Marex Spectron.


Ainda segundo a Reuters, "a empresa de serviços de fornecimento Czarnikow disse que a China pode adquirir 5 milhões de toneladas de açúcar em 2020, maior volume da história em importações".



Mercado doméstico


No mercado doméstico a segunda-feira foi de alta para o açúcar cristal medido pelo Cepea/Esalq, da USP. A saca de 50 quilos foi negociada ontem em R$ 79,53, valorização de 0,44% no comparativo com os preços praticados na sexta-feira.



Etanol diário


Já o etanol hidratado não conseguiu sustentar a alta da última sexta-feira e voltou a cair pelos índices da Esalq/BM&F Bovespa. O metro cúbico foi vendido ontem em R$ 1.727,00, recuo de 0,49% no comparativo com a sessão anterior.


Fonte: Agência UDOP de Notícias

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