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Preços do açúcar fecham em baixa após baterem máxima de oito meses


Os contratos futuros do açúcar fecharam em baixa nesta terça-feira (3) após terem atingido a máxima para 8 meses na bolsa de Nova York. Muitos players voltaram ao mercado, segundo analistas, a fim de anteciparem suas vendas, o que pressionou os preços para baixo em todas as telas. O vencimento março/21 para o açúcar bruto, negociado na ICE, de Nova York, desvalorizou 25 pontos, negociado em 14.72 centavos de dólar por libra-peso. Já a tela para maio/21 recuou 21 pontos, negociada em 13.67 cts/lb. Os demais contratos caíram entre 11 e 19 pontos. Em Londres o açúcar branco também fechou desvalorizado em todos os lotes. A tela para dezembro/20 foi comercializada em US$ 396,80 a tonelada, queda de 5,30 dólares no comparativo com a véspera. Já a tela para março/21 recuou 4,10 dólares, negociada em 398,70 dólares a tonelada. As demais telas recuaram entre 2,21 e 4,40 dólares. Segundo analistas ouvidos pela Reuters, "as usinas brasileiras seguem considerando vantajosa a fixação de preços de vendas futuras nos níveis atuais do mercado, já que o real segue próximo de uma mínima de cinco meses frente ao dólar". Mercado doméstico No mercado interno o açúcar fechou mais um dia em alta pelo indicador Cepea/Esalq, da USP, com a saca de 50 quilos do tipo cristal negociada em R$ 100,84, contra R$ 100,61 da véspera, alta de 0,23% no comparativo entre as datas. Etanol diário O indicador Diário Paulínia para o etanol hidratado voltou a subir após três dias seguidos em queda. Ontem, o metro cúbico do biocombustível foi negociado em R$ 2.112,00, alta de 0,64% no comparativo com os preços praticados na sexta-feira (30).


Rogério Mian Fonte: Agência UDOP de Notícias

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