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Preço do açúcar bruto toca máxima de quatro meses e meio na ICE


Os contratos futuros do açúcar bruto negociados na ICE atingiram uma máxima de quatro meses e meio nesta sexta-feira, apoiados pela redução nas perspectivas para a safra da Tailândia e pelos ganhos de várias outras commodities precificadas em dólar, em parte devido à desvalorização da moeda norte-americana.


O dólar ampliou sua queda nesta sexta-feira, caminhando para o maior recuo mensal em uma década.


O contrato outubro do açúcar bruto fechou em alta de 0,53 centavo de dólar, ou 4,4%, a 12,64 centavos de dólar por libra-peso, maior nível desde 10 de março.


Operadores disseram que uma seca deve prejudicar a produção na Tailândia, ajudando a pelo menos compensar parcialmente o forte aumento na produção do adoçante no Brasil.


“Com menos açúcar bruto da Tailândia disponível no começo do próximo ano, o mercado parece substancialmente menos congestionado pelo açúcar extra que vem do Brasil”, disse em nota o analista do Commonwealth Bank of Australia, Tobin Gorey.


Um corretor norte-americano disse que conversas sobre fortes compras chinesas também deram suporte aos preços, além do posicionamento de fundos.


Operadores e analistas indicaram em pesquisa realizada pela Reuters que um aumento significativo na produção de açúcar do centro-sul do Brasil em 2020/21 deve resultar em um excedente global do adoçante.


O açúcar branco para outubro avançou 13,40 dólares, ou 3,6%, para 381,60 dólares a tonelada.


Fonte: Reuters


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