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Postos de MG não conseguem comprar gasolina e alertam para falta de combustível


Os postos de Minas Gerais têm encontrado dificuldade para comprar combustíveis, principalmente gasolina, nas distribuidoras. A informação é do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Minas Gerais (Minaspetro) que divulgou nota nessa sexta-feira, 23.

De acordo com o sindicato, as distribuidoras estariam evitando vender os combustíveis por causa do aumento de preços dos produtos, previsto para sábado, 1º.

“Os revendedores alegam que as empresas estão adotando essa prática comercial por causa do aumento do preço dos combustíveis, previsto para semana que vem, devido à volta da incidência total dos impostos federais na gasolina e etanol”, diz um trecho da nota.

A partir de 1º de julho, os combustíveis vão sofrer aumento com a volta da cobrança integral dos tributos PIS/Cofins e da Cide. No ano passado, o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) zerou as alíquotas desses impostos sobre os combustíveis, para tentar forçar uma redução nos preços. A medida tinha validade até 31 de dezembro de 2022.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decidiu prorrogar a isenção por três meses e, posteriormente, realizou uma reoneração parcial. A partir do próximo sábado, o valor voltará a ser cobrado integralmente, com uma alta de R$ 0,22 por litro de etanol ou gasolina.

A reportagem do Estado de Minas entrou em contato com alguns postos, de diferentes regiões da capital, para tentar saber se os donos dos estabelecimentos estão com dificuldade em adquirir os combustíveis, mas não conseguiu falar com os responsáveis.

A seguir, leia a nota na íntegra:

Como virou costume em vésperas de mudança de regramento tributário e reajustes da Petrobras, os postos de Minas Gerais têm identificado dificuldade na aquisição de produtos junto às companhias distribuidoras, principalmente na gasolina. Os revendedores alegam que as empresas estão adotando essa prática comercial por causa do aumento do preço dos combustíveis, previsto para semana que vem, devido à volta da incidência total dos impostos federais na gasolina e etanol.

Caso a suspeita se confirme, o Minaspetro lamenta esse modelo de operação das distribuidoras, que pode gerar uma antecipação do aumento previsto e alerta que a prática pode ferir cláusulas de contratos das companhias com os postos, além ocasionar desabastecimento em algumas regiões.


Fonte:https://www.novacana.com/

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