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Mais de 80% da energia acrescentada em junho foi de solar e eólica


Último mês teve incremento de 165,6 MW na matriz elétrica brasileira, segundo informações da ANEEL.

O Brasil obteve no mês de junho um incremento de 165,6 MW na matriz elétrica, sendo 82,85% (137,2 MW) do montante oriundo das fontes de energia solar e eólica, segundo cálculos recém-divulgados pela ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica).


Do total de energia acrescentada em junho, mais da metade (52,9%) foi proveniente da geração de usinas eólicas (87,6 MW). Outros 49,6 MW foram adicionados por meio de solar (30%) e 28,4 MW de termelétricas (17,1%).


Ao todo, a expansão no primeiro semestre de 2022 foi de 2.328 MW, com novos empreendimentos em 13 estados de quatro regiões brasileiras. Os estados com maior acréscimo verificado foram o Rio Grande do Norte (521,1 MW), Bahia (491,8 MW) e Paraná (311,9 MW).


Além destes dados, a ANEEL também divulgou a potência total instalada no Brasil nos primeiro semestre do ano: 183.593,3 MW, dos quais 83,14% das usinas foram impulsionadas por fontes consideradas sustentáveis, com baixa emissão de gases do efeito estufa.


Usinas fotovoltaicas


De acordo com os dados da ANEEL, no momento, as grandes usinas de energia solar representam 2,87% do total da matriz energética brasileira. Em janeiro, o percentual era de menos de 2,4%. Até 2031, a previsão do Governo Federal é que a fonte solar seja responsável por cerca de 17% da matriz elétrica.


A expansão cada vez maior da solar ocorre por causa da grande quantidade de projetos outorgados, aguardando aprovação para serem implementados. Ao todo, mais de 80% de todos os empreendimentos com construção não iniciada no país são de usinas de energia solar, segundo a ANEEL.


Fonte:https://www.udop.com.br/

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