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Impacto financeiro do RenovaBio foi muito pequeno ou nulo em 2020, diz Rabobank


Oficialmente criado no final de 2017, o RenovaBio entrou em vigor no começo do ano passado. Olhando para trás, um relatório do banco holandês Rabobank observa que 2020 não foi exatamente o “ano ideal” para o lançamento de um programa como este.


“Apesar das circunstâncias desafiadoras, o mercado de CBios [créditos de descarbonização] funcionou bem depois que as metas revisadas foram publicadas, no segundo semestre do ano”, aponta o documento, assinado pelo chefe do departamento de pesquisa do Rabobank, Andy Duff.


No ano passado, mais de 18,5 milhões de créditos foram escriturados pelos produtores de biocombustíveis. Deste total, 14,61 milhões foram comprados pelas distribuidoras de combustíveis e utilizados para atender ao objetivo do programa. No período, o preço médio de negociação foi de R$ 43,41 por CBio.


“No final, os benefícios financeiros para os produtores de biocombustíveis foram modestos, assim como os custos para o setor de distribuição de combustíveis, mas isso era esperado para o primeiro ano de operação”, completa o analista do banco.


Entretanto, ele também destaca que 2020 mostrou onde estão os principais gargalos para a expansão das emissões de CBio. “Abordar estas questões deve ser uma prioridade, no curto e médio prazo, para que o programa cumpra metas mais exigentes no futuro. Por enquanto, ainda estamos na ‘fase de investimentos’ do RenovaBio”, afirma.


Leia mais:

- Impacto financeiro do RenovaBio para usinas e distribuidoras - Perspectivas do banco para o futuro do programa - Percalços do primeiro ano: Covid-19, ajuste das metas e mais


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Fonte: NovaCana

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