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G7 discute 2035 como prazo para encerrar usinas de carvão

Ministros de energia dos países do G7 (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido) estão discutindo encerrar as atividades de suas usinas de energia movidas a carvão até 2035. A informação foi divulgada pela Agência Reuters.

Um acordo em relação ao carvão indicaria um passo importante em direção às discussões realizadas sobre combustíveis fósseis na COP-28 em Dubai no ano passado. 

Segundo a Reuters, a discussão foi realizada no último domingo (28) e um dos países membros se opõe à medida. A reunião dos ministros de energia está marcada para acontecer segunda (29) e terça (30) na cidade de Turim, na Itália, que detém a presidência rotativa do G7 em 2024.

Duas fontes relataram à Reuters que, além de buscar um acordo para acabar com o carvão na geração de eletricidade, a Itália também quer estimular os esforços para desenvolver a capacidade de armazenamento de baterias e impulsionar o investimento em redes de energia, conforme o G7 aumenta sua produção de energia renovável.

O bloco pode determinar a necessidade de um aumento de seis vezes na capacidade de baterias, para o armazenamento da energia, até 2030 em relação aos níveis de 2022.

Visão da Itália

No topo das prioridades italianas sobre o tópico também estão a energia nuclear e os biocombustíveis. Segundo as fontes, o país quer ver ambas as fontes de energia no comunicado final entre as opções de escolha para os países do G7 para a redução do uso de combustíveis fósseis tanto na geração de energia quanto no transporte.

Roma ainda afirma que a energia nuclear deve fazer parte da meta do país de zerar as emissões de carbono até 2050, apesar de sua rejeição em um referendo nacional em 2011.

Gilberto Pichetto Fratin, ministro de energia do país, disse no domingo que esperava convencer a Comissão Europeia de Energia que os biocombustíveis podem reduzir de forma significativa a emissão de dióxido de carbono por veículos.


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