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EUA preserva título de mercado mais atrativo do mundo para investimentos em renováveis


Brasil ocupa o 11º lugar em ranking desenvolvido pela EY, ganhando quatro posições.


Os Estados Unidos continuaram com o primeiro lugar em índice de atratividade para investimentos em renováveis, de acordo com o Renewable Energy Country Attractiveness Index (RECAI), desenvolvido pela firma de auditoria Ernst & Young (EY) e anunciado no dia 18 de maio. O levantamento aponta que o Brasil ganhou quatro posições no ranking, ocupando o 11º lugar.


Além disso, o índice mostra que as ações para estimular a expansão de fontes renováveis realizadas pelo presidente dos EUA, Joe Biden, colaboraram para que o país continuasse com seu protagonismo, após ter superado a China na edição de 2020. A pesquisa ressalta o compromisso da nova administração de, até 2030, diminuir as emissões em até 52%. Em 2020, o país norte-americano também instalou 19 GW de geração solar, representando um crescimento anual de 43%, e acrescentou 2.2 GW em sistemas de armazenamento de energia por baterias.


A China reteve a segunda posição, ao passo que a França, Reino Unido e Índia evoluíram no ranking, ocupando os cinco maiores postos do índice. Por outro lado, a Austrália passou por uma queda da 3ª para a 6ª posição, com a EY sublinhando que, recentemente, o ministro da energia do país rejeitou incentivos para automóveis elétricos, o que possivelmente afetará de forma negativa a demanda por eletricidade renovável no futuro.


Com 62.7, a Índia possui a maior pontuação no ranking para atratividade de investimentos na fonte solar fotovoltaica, ultrapassando os EUA (57.6) e a China (60.3). Nessa esfera, o Brasil conquistou 51.8 pontos, assumindo a 7ª colocação.


Ben Warren, diretor de energia da EY, e Arnaud de Giovanni, diretor de renováveis, destacaram que, com objetivo de apoiar a transição energética, é necessário que as nações desenvolvidas aumentem os gastos em desenvolvimento e pesquisa no segmento de renováveis para aproximadamente US$ 10 bilhões. Eles completaram afirmando que políticas governamentais e compromissos mais fortes podem auxiliar na elaboração de oportunidades para investidores.




Fonte: Portal Solar

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