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Biocombustíveis e elétricos são destaque em nova política industrial

Os biocombustíveis e a eletrificação dos transportes são apontados como prioridades da nova política industrial lançada na segunda-feira (22/1) pelo governo federal. O plano foi apresentado pelo vice-presidente e ministro da Indústria e Comércio (MDIC), Geraldo Alckmin (PSB), em evento com Lula (PT) e a cúpula do governo em Brasília. Veja a íntegra.

– Uma das poucas metas concretas de energia é aumentar em 50% a participação dos biocombustíveis na matriz energética de transportes até 2033.

  • Hoje, os combustíveis renováveis respondem por 21,4% da energia consumida para mobilidade, incluindo etanol e biodiesel.

  • A meta é “aspiracional” e foi estabelecida após consultas com o setor produtivo.

– A eletrificação do transporte aparece como uma das prioridades do plano, especialmente o desenvolvimento da cadeia produtiva de motores elétricos, baterias e minerais estratégicos.

  • Segundo o documento, a expectativa é que até 2030 o Brasil avance na produção de veículos elétricos e híbridos, “com ênfase nos combustíveis alternativos”.

  • Para isso, o plano incorpora políticas que já estão em andamento, como o como o Combustível do Futuro, e o Programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover).

Financiamento bilionário. O plano prevê a liberação de R$ 300 bilhões em financiamentos para a indústria até 2026, parte reembolsável e parte não reembolsável.

BNDES quer comprar. Responsável pela concessão da maior parte dos financiamentos, o BNDES pretende também se tornar acionista das empresas, especialmente na cadeia produtiva de veículos elétricos.

– O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, disse que o banco tem R$ 8 bilhões no orçamento para aquisições.

  • “Já estamos com cinco fábricas de ônibus no Brasil, produzindo ônibus elétrico. O Brasil tem a sétima reserva de lítio do mundo. E nós queremos ter controle e presença estratégica nesse segmento. (…) Esse é um setor que o BNDES quer entrar com equity”, disse Mercadante.

  • Petróleo em alta. O preço futuro do barril de petróleo Brent voltou a passar dos R$ 80 com a escalada das tensões no Oriente Médio e um ataque de drones atribuído à Ucrânia a um terminal de gás da Novatek na Rússia.

  • “Sua indicação seguirá os procedimentos de governança da empresa”, informou em comunicado.

  • Equinor estreia no armazenamento. Entrou em operação o primeiro empreendimento de armazenamento de energia elétrica em escala comercial da Equinor, no Reino Unido.



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