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Petrobrás anuncia nova redução do preço dos combustíveis para esta quinta




Reajuste faz parte da nova política de preços da estatal; trata-se da segunda queda depois de cinco altas seguidas. Em meio à turbulência da greve dos caminhoneiros pelo País, a Petrobrás anunciou mais uma redução no preço dos combustíveis. É a segunda redução após cinco altas seguidas.


Com o reajuste que entrará em vigor nesta quinta-feira, 24, o preço médio do litro da gasolina A sem tributo nas refinarias será de R$ 2,0306, com queda de 0,62% em relação à média atual de R$ 2,0433. Já o valor médio nacional do litro do diesel A recuou 1,15%, para R$ 2,3083, ante a medida atual de R$ 2,3351.

Durante a madrugada desta quarta-feira, 23, a rodovia Régis Bittencourt (BR 116) permaneceu com trechos de interdição devido aos protestos de caminhoneiros contra os sucessivos aumentos nos preços dos combustíveis. Foto: Nelson Andrade


Desde que a Petrobrás iniciou sua nova política de preços para os combustíveis, em 3 de julho do ano passado, o óleo diesel subiu 56,5% na refinaria, segundo cálculos do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE) – passou de R$ 1,5006 para R$ 2,3488 (sem contar os impostos). O aumento acompanhou a cotação do petróleo no mercado internacional, exatamente a intenção da estatal. Mas, para os caminhoneiros, essa alta vem tornando sua atividade inviável.

Sobe e desce. A Petrobrás repassa a variação da cotação do petróleo no mercado internacional, para cima ou para baixo. Desde que alterou sua política de preços, em julho do ano passado, a estatal passou a promover reajustes quase diários dos combustíveis.

Em meio à turbulência da greve dos caminhoneiros pelo País, a Petrobrás anunciou mais uma redução no preço dos combustíveis. É a segunda redução após cinco altas seguidas.

Com o reajuste que entrará em vigor nesta quinta-feira, 24, o preço médio do litro da gasolina A sem tributo nas refinarias será de R$ 2,0306, com queda de 0,62% em relação à média atual de R$ 2,0433. Já o valor médio nacional do litro do diesel A recuou 1,15%, para R$ 2,3083, ante a medida atual de R$ 2,3351.

Protesto de caminhoneiros mantém Régis interditada na madrugada Durante a madrugada desta quarta-feira, 23, a rodovia Régis Bittencourt (BR 116) permaneceu com trechos de interdição devido aos protestos de caminhoneiros contra os sucessivos aumentos nos preços dos combustíveis. Foto: Nelson Andrade

Desde que a Petrobrás iniciou sua nova política de preços para os combustíveis, em 3 de julho do ano passado, o óleo diesel subiu 56,5% na refinaria, segundo cálculos do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE) – passou de R$ 1,5006 para R$ 2,3488 (sem contar os impostos). O aumento acompanhou a cotação do petróleo no mercado internacional, exatamente a intenção da estatal. Mas, para os caminhoneiros, essa alta vem tornando sua atividade inviável.

Sobe e desce. A Petrobrás repassa a variação da cotação do petróleo no mercado internacional, para cima ou para baixo. Desde que alterou sua política de preços, em julho do ano passado, a estatal passou a promover reajustes quase diários dos combustíveis.

A companhia refuta que seja responsável pela alta de preços ao consumidor e diz que o valor cobrado pela empresa corresponde a cerca de um terço dos preços praticados nas bombas. Maior parte do valor cobrado pelo consumidor final engloba principalmente tributos, estaduais e municipais, além da margem de lucro para distribuidoras e revendedores.

Segundo a estatal, as revisões podem ou não refletir para o consumidor final - isso depende dos postos. Mas os donos de postos também apoiam a reivindicação dos caminhoneiros, pois dizem estar perdendo margens com os aumentos de preços.

Fonte: Fabiana Holtz, O Estado de S.Paulo

#Petrobras #Combustíveis

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